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Quais as formas de pagamento para comprar o seu imóvel?

04/01/18

Com a decisão de compra feita, o processo seguinte é o de pagamento do imóvel. As opções devem ser cuidadosamente estudadas, não fugindo à sua realidade, ou seja, não deixando de lado quais são suas reais condições para fazer um investimento do tipo. Para te ajudar nesta etapa, confira quais são as formas de pagamento mais utilizadas e aceitas pelas construtoras e/ou vendedores:

À vista

A compra realizada com quitação do valor total é sempre a mais interessante, já que é possível conseguir descontos bastante relevantes com negociações junto ao vendedor, seja ele pessoa física ou jurídica. Além disso, o fato de não haver juros acumulados ao longo da vida já faz por si só jus ao método favorito para pagamento.

Mas tome cuidado: o pagamento à vista deve ser bem planejado financeiramente, pois se o dinheiro todo for gasto na compra, não sobrará nada para a posterior reforma e decoração do apartamento e possíveis encargos como documentação e comissões.

Financiamento bancário

As taxas de empréstimos e financiamentos dependem diretamente do valor da taxa Selic – a taxa básica de juros da economia no Brasil, que comanda o andamento da economia -, e apresenta altas e baixas ao longo do ano. Quanto maior a taxa, maior o valor dos juros.

O financiamento é uma opção para quem tem urgência para se mudar, porém o dinheiro em banco só é suficiente para pagar a entrada do apartamento. Ele permite que o imóvel seja pago durante períodos longos, de até 35 anos. Mas isso significa também que os juros podem tornar o imóvel 300% mais caro que o valor original.

FGTS (Fundo de Garantia de Tempo e Serviço)

A regra antiga dizia que o FGTS só poderia ser utilizado no pagamento de imóveis novos e só até o fim de 2017, com o Governo Federal permitindo que o financiamento pudesse ser de até R$ 1,5 milhão, valendo de 20 de fevereiro a 31 de dezembro. O que muda é que a Caixa retomou o crédito para a linha Pró-Cotista, ou seja: o benefício ainda vale.

O saldo em conta ativa do comprador pode ser utilizado para pagamento do valor total ou apenas parte dele. Como requisitos, a pessoa física deve ter no mínimo 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS, não possuir financiamento ativo no SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e não ser proprietário de outro imóvel residencial urbano.

Consórcio

Uma opção para quem não tem o dinheiro no momento, e também não tem pressa para se mudar, visto que é uma modalidade de pagamento que depende de uma espera até que você seja sorteado e contemplado com o valor do consórcio.

Num ponto de vista financeiro, é viável por não haver juros, apenas algumas taxas, sendo preciso às vezes fazer um lance para aumentar as chances.

E aí, descobriu como vai fazer o seu sonho da casa própria virar realidade pela melhor forma de pagamento? :)

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