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Mercado Imobiliário volta a comemorar momento positivo

02/10/19

Bons ventos começam a soprar para o mercado imobiliário em 2019. Ao confirmar as teorias dos especialistas no ramo, o crescimento positivo está relacionado ao alto número de investimentos e financiamentos de imóveis no mercado.

De acordo com o resultados das pesquisas do PIB (Produto Interno Bruto), divulgado em agosto pelo IBRE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estática), após 20 trimestres consecutivos de queda, o segmento de construção obteve um crescimento de 2% no segundo trimestre de 2019.

A estabilidade da inflação e os incentivos para o reaquecimento da economia foram favoráveis à população, que passa a ter maior facilidade em adquirir crédito, incrementando o consumo e dando um up na economia.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) também apresenta dados bastante representativos. Somente no primeiro trimestre, a entidade registrou avanço de 9,7% nas vendas e de 4% nos lançamentos residenciais.

A estimativa é que os lançamentos e as vendas de imóveis residenciais cresçam entre 10% e 15% neste ano, sendo as moradias de médio e alto padrões apontadas como as principais responsáveis por esse aumento.

Bancos reduzem taxa de juro em números históricos
Na última sexta-feira (27), o Banco Itaú anunciou a redução de sua taxa do financiamento imobiliário, que está a partir de 7,45% ao ano + TR (taxa referencial, atualmente zerada). Disponíveis desde o dia 1º de outubro, O novo juro é menor que o cobrado pelo Santander, de 7,99% ao ano + TR, até então o menor custo oferecido pelo mercado para a casa própria.

Outro banco que usa a mesma taxa de 7,99% ao ano + TR é o Banco do Brasil, mas apenas para contratos de prazos mais curtos que os tradicionais 30 a 35 anos. Nessa composição, o juro do Itaú pode ficar em nível menor até que o empréstimo da Caixa atrelado à inflação. Lançada em agosto, a modalidade tem custo entre 2,95% a 4,95% mais a variação do IPCA, atualmente em 3,43%.

Após anúncio do Itaú, o Bradesco também respondeu à redução do juros de crédito imobiliário e baixou sua taxa para 7,30% ao ano + TR. Essas reduções em juros dos Bancos diz respeito à redução do custo para financiamento de casa própria atrelada à queda da taxa Selic (a taxa básica de juros da economia) para 5,50% ao ano.

Para o fim de 2019, a expectativa é de que a Selic encerre abaixo dos 5%. Vale lembrar que o crédito imobiliário tem a preferência dos grandes bancos porque serve para construir um relacionamento de longo prazo com os clientes. Além disso, a linha oferece menor risco de calote porque o imóvel é dado em garantia.

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